Viajar em 2018

Viajar em 2018

IbizaEm 2018 não foi um mega ano de viagens.
É curioso porque foi o ano que me despedi em teoria para ter mais tempo e liberdade, mas na prática liberdade não é sinonimo de tempo e de conseguir viajar mais.
Claro que depois ainda há que encontrar companhia e claro o dinheiro que por pouco que seja tem que existir.

Estive 3 semanas em Indonésia que é aquele país a que chamo casa e que adoraria viver.
Infelizmente é um país que nesta altura está novamente a sofrer um tsumani e que os desastres naturais têm massacrado muito muito.
Mas 3 semanas que estive lá houve mais de 30 réplicas e terramotos e é ingrato para este país continuar a sofrer tanto.

Indonésia é aquele país que te vai surpreender sempre, pois em cada ilha há quase uma realidade nova.

Quase todos se focam em Bali e Bali é claramente uma ilha mitica e única, mas não se fiquem apenas por Bali pois há muito mais além desta ilha. Explora outras seja de mochila às costas ou de mala Samsonite, não interessa o como, interessa o ir e ajudar este país. E explorar toda a beleza deste país.
Este ano a minha descoberta foi de Derawan aquele sítio que já não existe.

Estivemos também em Belize o oposto da Indonésia, mas com uma beleza natural também gigante.
A beleza de Belize para mim está no mar, que é de um azul perfeito.
Tem também o interior que está cheio de ruínas lindas.
Mas o mar é único, e é aquele país que está tão organizado que se percebe que os Americanos têm tido influencia aqui.

Como quando íamos para Belize a ideia era passar uns dias em Nova York, mas quando se viaja os planos também saem furados e acabamos em Londres, o que para mim é sempre maravilhoso pois dá para ver a minha amiga e acordá-la as 6 da manhã a dizer vou ao jantar.

E parámos também em Houston confesso que nunca esteve na minha lista visitar o Texas, mas fomos ver um jogo de NBA que é uma experiência maravilhosa.

Em Maio foi a vez de Grécia mais concretamente as ilhas gregas… Ou melhor uma das ilhas gregas – mykonos foi o destino e amei. Caríssimo é a palavra associada a esta ilha, mas linda também.   Mar quente, boa comida e uma moto 4 para aproveitar a ilha.

E Setembro foi a vez da minha segunda paixão – IBIZA, já sabem não há ano que não deixe de ir lá.. Amo!!!
E depois acabei o ano de 2017 e acabei o 2018 em Santander que em formato familiar não dá para visitar muito o que se compensa em comida claramente a falta de passar o Natal com a minha família.

Assim em resumo foi um ano fraco o objetivo era um país por mês e fiquei tão longe… Mas estive 3 semanas em Indonésia e a quantidade nem sempre é qualidade.

Indonésia
Houston
Londres
Belize

Ibiza
Santander

Em  2019 tenho que viajar mais,alguma recomendação?

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Tradições são coisas que não se explicam

Tradição de Natal
Tradições são coisas que não se explicam

Este ano aconteceu-me aquela coisa que nunca pensei que me acontecesse – passar o Natal fora de Lisboa.
Que tortura não?
E para mim que amo o Natal e cada uma das tradições por mais tontas ou absurdas que sejam, imaginem o sofrimento.
NatalO casamento é isto dizem, para mim nunca foi, o casamento para mim nunca foi um sacrifício, sacrifício é tortura e não um casamento.
Acredito que o casamento é para gerar felicidade constante, deve ser aquilo que nos faz melhor e nunca o que nos faz o pior.
Por isso durante 13 anos apesar de ninguém perceber eu fui feliz a passar em Lisboa e o Tomás fora.
Feliz a ver todos os pais natais de Lisboa, cada um dos mercados de Natal, a decorar a casa e nos dias de Natal a passar os dias na cozinha que ADORO
Natal
Este ano não houve nada disso, nem um mousse fiz imaginem, nada. E em vez de passar o dia a cozinhar, passei o dia em bares com música de discotecas e a comer e a beber. Se alguém entender esta tradição me diga.
Passamos a tarde de 24 de bar em bar a comer e a beber e depois vamos jantar e  já tudo mais para cá do que para lá. Não há meia noite, não há pai natal, não há bacalhau e nem grãos. O amor do meu marido comprou bacalhau marinado e figos com nozes para não me sentir tanto em Marte.

Em vez de passar o dia 25 a ver o Sozinho em casa com a minha avó a amargurar os ladrões e a adorar o momento que eles sofrem como se fosse a primeira vez, passamos 10 horas sentados à mesa, como se um ritual de integração se trata-se.

Confesso que me dói o cu de tantas horas sentadas e acho que já tenho a cabeça verde de tanto fumo e tantas conversas cruzadas.

Tradições são mesmo isto coisas que não se entende. E eu a pessoa que não faz as coisas só porque são tradição: casei num break de almoço numa sexta feira, o meu vestido de casamento tinha vermelho, não fiz enxoval e não me apego a coisas.

Mas o Natal é aquela coisa que puxa por a única tradição que adoro e adoro cada uma. Não amo bacalhau, mas nem considero comer outra coisa no Natal, não gosto de bolo rei, mas não faz sentido não existir na minha mesa.
Nunca vejo filmes com os meus pais, nem avó e nunca repito filmes  e no Natal passamos o dia a ver filmes que já vimos 1000 vezes e parece que é a primeira.

Há pouca explicação para gostar destas coisas mas até sinto que o meu conforto fugiu por não as ter.
Estranho não? Isto por não ter casado com produto nacional.
Quem me manda?

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A vida é uma mudança

MUDANÇA

Mudança é a palavra que mais gosto, adoro aquela adrenalina do novo, a adrenalina de começar e nem saber o que fazer; pesquisar, arriscar e até cair.

Carla a Blogger de viagensEste era o meu mote para 2018 mudar.

Mudar porque estava numa empresa há 13 anos que sempre me deu desafios diferentes e sempre fui mudando, mas precisava de me testar mais alto, saber se continuava a ser capaz, saber se conseguia fazer algo novo, viver a incerteza e principalmente sentir que tinha tentado.

A mudança nunca é fácil, dá-nos um frio na barriga pelo desconhecido e todos os dias perguntamos porquê nos metemos nisto.

Demorei meses a tomar esta decisão, fiz centenas de analises swot, colei post it por todos os meus cadernos durante meses; mas no dia que decidi entrei com convicção e não voltei atrás.

Fiz mil cenários dos mais negros aos mais cor de rosas e não estou em nenhum deles , o que é muito bom.

Sai assim de uma total estabilidade para um total desconhecido: contrato, bom ordenado, boas regalias, para nada….

Agora estou a recibos verdes tenho mais ou menos 4 empregos (há semanas com mais e outras com menos), corro de um lado para o outro, tenho a sensação que ainda podia fazer mais e diferente e nunca sei como será a semana seguinte.

Passou exactamente um mês desde a minha saída e não me arrependo.

Não me arrenpendo porque todos os dias têm surgido projetos novos, porque estou a fazer coisas que nunca fiz antes, porque estou a conhecer meio mundo, porque não tenho chefes, mas sim parceiros de negócios, porque não passo o meu dia a gerir politiquices mas sim a produzir e porque se um dia quero almoçar com o meu marido durante mais tempo o posso fazer, se quero ir à escola dos meus filhos posso ir, se quero passar um dia em casa a trabalhar o faço, se quero fazer Yoga de manhã faço, mas se preferir à tarde também.

Sou mais pobre? Sim sou muito mais, se vou aguentar ser mais pobre também não sei

Mas hoje um mês depois de sair, sei que tenho cabeça e força para trabalhar e ter 6 trabalhos se precisar para ganhar mais.

Que tenho nostalgia, claro que tenho, adorava as pessoas com quem trabalhava, os clientes, o ritmo de uma multinacional, as formações, as viagens de trabalho – que saudades tenho delas… E os amigos que fiz que se mantiveram e na minha opinião de uma forma muito mais forte.

Claro que isto não seria capaz sem ter tanta gente que aceitou esta minha loucura e a apoiou, mesmo que não a entenda.

Se me perguntarem se tenho a certeza que vai correr bem? Não há um dia que não tenha dúvidas, mas essa dúvida também me mantem viva e faz-me sair de casa, e dormir pouco e sonhar que era algo que já não me permitia há muito.

Por isso mudem, não passem a vida toda a odiar algo e não mudam só por medo, ou a desejarem algo e nunca testarem por não saberem

Todos temos formas de encarar a mudança diferentes, mas não deixem a vida comandar-vos, comandem a vossa vida e principalmente pensem todos os dias como se fosse o ultimo, pois isso vai dimensionar se querem que o ultimo vosso dia fosse assim.

Preparem a mudança, arranjem planos de contingência, isso é obvio, mas pensem que não são os mega confortos que vos trazem as melhores felicidades, abdicar de um pouco pode trazer mais.

E eu que tenho todos as minhas raizes em Marketing sei que um bom plano, uma boa estratégia e uma análise de todas as variáveis leva sempre bons resultados e é isso que espero.

BE FREE !!!

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Terramotos na Indonésia

Estas férias tiveram alguns sustos mas nada do que está a passar Lombok com os fortes terramotos.

Um país como gente tão boa e que tanto sofre com causas naturais.

terramoto em LombokNo dia 29 de Julho ainda estávamos nós em kalimantu Lombok sofreu o 1 abalo – 6.4 e 30 mortes confirmadas.

Chegámos a ubud a 3 e no dia 5 estamos nós perto do palácio real quando ouvimos muitos gritos e toda a gente a sair dos locais. O meu primeiro instinto foi agarrar os miúdos e correr no sentido oposto.

Tudo me passou pela cabeça: pancada, bomba …  depois de tudo tranquilizar percebemos que era um terramoto. Não sentimos nada pois íamos na tua mas as pessoas que estavam dentro dos locais sentiram e muito – 6.9 e o único de uma mega destruição em Lombok que o mundo ignora e o governo da Indonésia tenta esconder.

terramoto em Lombok

1 hora depois uma réplica de 5.4 também não sentimos apenas vimos os copos e pratos a cair e pessoas a correr.

Os miúdos assustados e o David nem saída de perto.

Essa noite houve mais 2 réplicas que me fizeram acordar em ambas e que começa a assustar.

Os miúdos tiveram uma lição intensiva do que fazer nessas condições que espero que nunca mais esqueçam.

Este dia levou ainda não se sabe a quantas mortes, mas a uma total destruição em Lombok e a mais de 140 mortos.

Nos dias seguintes todos os dias havia réplicas  que se sentiam em Ubud.

No dia 7 quando fui tomar o pequeno almoço havia um casal que acabava de vir de Gili umas ilhas em Lombok e o pânico que passaram e as fotos que tinham era de pura destruição. Após o sismo de dia 5 e com a ameaça de um tsunami fugiram para o topo da montanha ( a ilha deles era a única que tinha um ponto alto) e dormiram lá ele é todos os que estavam nessas ilha a maioria turistas pois está ilha é um pequeno paraíso, no dia seguinte aventuram a descer para entender a destruição e as fotos que tinham era assustadoras.

A destruição da ilha é total, pegaram nas suas coisas e foram para a praia tentar sair de lá. Eles e todos os outros que passaram 6 horas à espera que algum barco se atreve- se a chegar perto para os resgatar. Já era quase noite quando a polícia autorizou o resgate e a entrada nos barcos era assustadora.

O pânico de ficar lá via- se nas caras de todas as fotos.

Chegaram exaustos às 3 da manhã e pela caridade do dono do hotel dormiram na casa deles a sem forças.

Nem tudo é paraíso e nós tivemos muita sorte pois nos nossos planos estava ir a Gili . Chegou a ser nestas datas, mas como amamos Ubud fomos ficando e adiando a ida a Gili. Há coisas que não tem que acontecer e este susto era uma delas.

Todos os dias penso que estando tão perto devia ir ajudar, mas a verdade é que é arriscado e nem saberia o que fazer.

Mas a ajuda precisa- se a a ajuda internacional não chega porque o governo indonésio não quer declarar calamidade de certeza para  não assustar o turismo que é tão importante para a Indonésia, mas a que preço.

Mas se quiserem ajudar , cada Euro pode fazer a diferença e aqui estão duas pessoas com mais coragem que eu, que estão em Lombok a fazer de tudo para ajudar.

Aqui fica a conta dele de instagram e a conta para onde podem transferir. Foi ele que me cedeu estas imagens que demonstram tanto o que se está a passar em Lombok. Obrigado RORY BROWN and Matty Ower

@rjbrowntown

http://@mattyower

https://www.mycause.com.au/page/182867/helping-lombok

E não pensem que é pouco o que mais falta é agua e são 0.10€ cada uma .

Imaginem o que faz 50€ .

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Ubud onde o Yoga está em cada esquina

Uma das razões de querermos passar tantos dias em Ubud era pelo Yoga.

Eu queria aproveitar para melhorar e ter a experiência de ter muitos professores em 10 dias e o Tomás de retomar e Ubud é a cidade para isso. Yoga em Ubud Yoga em Ubud

O Yoga barn é um clássico aquele sítio que respira bem-estar, com mais de 20 aulas por dia, tratamentos, cursos e sessões privadas.

Está igual que há 3 anos atrás até alguns professores se mantêm.

O problema é que estamos em época alta e chega a haver 50 pessoas numa sala o que obriga a chegar sempre cedo para estarmos mais ou menos à frente.

Aqui tive das melhores experiências da minha vida com o Swamia e uma aula de Meditação com taças tibetanas é único o que senti naquela aula . 1 hora pareceu 5 minutos e as sensações no corpo foram impressionantes. Não consigo descrever a sensação mas convido todos a experimentar. É um healing com taças tibetanas e tive pena de só o descobrir no último dia senão tinha feito uma sessão privada com ele.

Yoga em UbudDepois as restantes aulas mais na minha vertente: Hatha, gentle yoga, yin yang yoga , yin yoga um pouco de tudo fui experimentando.

Descobrimos também outro centro de Yoga mesmo na nossa rua Radiantly Alive onde tive a segunda melhor experiência sky yoga.

É das experiências mais libertadoras que pode existir onde conseguimos fazer tudo, mas temos que soltar os nossos medos.

Amo e claro vou a seguir querer investir no curso de professora de sky yoga, mas claro que para isso tenho que voltar. Por azar começava um em 10 dias mas já não estamos cá .

Aqui experimentamos muito sky yoga e vinyasana.

Gostei muito dos professores e as salas são também maravilhosas.

As dores de corpo foram grandes, mas o prazer maior ainda.

Resultado querer ir fazer o curso de taças tibetana e sky yoga. A ver se em Portugal consigo algum.

Deixo alguns contatos de escolas que adoro:

Yoga Barn – http://www.theyogabarn.com/

Radiantly alive –  https://www.radiantlyalive.com/

Budha House – https://www.intmassubud.at/

 

 

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E voltei a Ubud

Depois de 30 minutos de barco, 3 horas de carro, 3 aviões e 45 minutos de carro chegamos a Ubud.

Ubud para mim é aquele sítio, já cá estive 3 vezes e sempre por muitos dias e saio sempre com a sensação de que era aqui que deveria viver.

Ubud Budis House

É difícil explicar porque, acho que acima de tudo é uma sensação.

A primeira vez que já estive foi há 11 anos atrás, sim mudou muito Ubud depois disso, há mais turistas, mais trânsito, mais confusão, mais restaurantes, mas para mim a essência de beleza e relax está lá.

Chegamos perto da 1 da manhã ao hotel que como sempre é um pequeno hotel, desta vez Budi house. Uma casa em que alugam quartos, este com uma bela piscina e 18€ por quarto e no centro de Ubud.is, amanhã começa a nossa maratona de Yoga e de exploração pela cidade.Ubud

Queríamos água e claro que estava tudo fechado, mas claro também que o dono arranjou uma garrafa para nós, são estas pequenas coisas que fazem de Ubud o sítio perfeito.

Dormimos, porque amanhã há tanta coisa para rever e  comer pois a comida aqui é de nos perdermos.

Amo este sitio!! Voltar aqui é a minha verdadeira felicidade.

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Derawan Islands

Derawan Islands

Derawan island praiaOs restantes dias foram passados no nosso ilhéu privado em Derawan Islands a aproveitar os 33 graus e a privacidade deste paraíso. Ler, fazer Yoga, relaxar depois de um ano de trabalho, muito muito duro.

O Tomás foi mergulhar e teve a sorte de ver uma manta linda, são as vantagens do mergulho num paraiso como as Derawan Islands

E claro snorkeling para ver muitas tartarugas.

Há noite descobrimos um centro de preservação de tartarugas e passamos as noites com os rangers a patrulhar as praias à espera que as tartarugas viessem colocar os ovos na praia.

Depois recolhe-se os ovos, enterra-se num sitio seguro e 4 semanas depois nascem tartarugas que são colocadas diretamente no mar.

Assim evita-se que os ovos sejam comidos pelos predadores, pelos homens mal-intencionados e os bebés que se percam no caminho para o mar ou pelas gaivotas.

Conseguimos ver 2 tartarugas uma que pôs objetivamente ovos e outra que entanto fazia o buraco levou com um coco na cabeça e fugiu.

É algo que vale mesmo a pena ver, o esforço da tartaruga é gigante neste processo, a pergunta do meu filho no final da noite foi. E o marido? Bem os maridos das tartarugas são bastantes inúteis.

E a mãe deixa aqui os filhos e vai embora? É verdade a mãe nunca chega a ver os filhos, isto sim é emancipação rápida.

No último dia acordamos com uma mega tempestade parecia que os nossos bungallows iam abaixo, fomos buscar os miúdos ao quarto do lado e voltamos às tarefas antigas: ler jogar, cartas e olhar pela janela a ver se continuava a ser seguro estar ali. O mar estava assustador e o pior não era isso, amanhã temos que voltar de barco para Kalimantu, com este mar ninguém se atreve.

Mas a meio da tarde o vento começa a acalmar e ainda conseguimos ir à praia um pouco.

Nessa ultima noite comemos no nosso Warung favorito e passeamos pela ilha uma ultima vez, a ver as brincadeiras das crianças e como se metem connosco.

Vai deixar grandes saudades esta ilha que é um tesouro ainda escondido, que se mantenha muitos anos assim.

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Derawan Islands

Dormir em cima do mar é das melhores coisas que existem, amo mesmo, e isso em Derawan Islands é possivel por 20€ por noite impressionante não?

Acordo e dá vontade de ficar horas na cama só a ouvi e o mar.

Vamos tomar o pequeno almoço, no alpendre e apesar de o pequeno almoço para mim ser demasiado local ( noodles e nasi goreng parece- me demais logo de manhã. Enquanto tomamos o pequeno almoço, mais de 6 tartarugas vieram desejar- nós os bons dias é isto um paraíso ou não?

Vamos então para a nossa história do tour de snorkeling pelas Derawan Islands perto o Dani é bastante agradável e o seu barco bom o suficiente.

Primeira ilha Maratua island, é um verdadeiro paraíso uma ilha com água cristalina à volta e vazia.

Derawan Island

 

A fazer mergulho vimos logo uma tartaruga e um mar a 33 graus para mim claramente encontrei o paraíso.

A seguir fomos para Kakaban mais uma ilha magnifica com um lago no centro com medusas que não picam, porque como não têm predadores nesse lago; que perdeu com o tempo o contacto com o mar, já não picam e podes mergulhar entre elas,

Confesso que é algo não muito agradável ver as bichas em nossa direção e são às centenas.

Derawan Islands

 

Eu e o David claramente não nos apaixonamos por esta atividade, ao contrário os outros andavam loucos entre as medusas.

Naturalmente fizemos snorkelling também e em menos de 3 minutos já tínhamos 3 tartaruga à nossa frente.

É claramente a tartaruga land.

Podem ver uma no you tube – https://www.youtube.com/watch?v=BYOuWk0W0Uc

Ultima ilha  Sangalaki a ilha das Mantas, não tivemos a sorte de ver uma, mas o jardim de coral é lindo e a diversidade de peixe impressionante.

Depois de um belo dia de snorkeling acabamos a tarde num banco de areia só para nós para relaxar na praia, o que se pode querer mais?

Não só a biodiversidade é magnifica, como as pessoas são impressionantes.

Derawan islandsHá tão poucos turistas que nos param a cada 5 metros para tirar fotos, todos são agradáveis e sempre a sorrir.

Olhando para este local muçulmano muitos deviam de ver como os estereótipos nunca são verdade.

Aqui são todos agradáveis, felizes e com uma abertura única.

Claro que tudo por gestos porque o inglês claramente não reina aqui.

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Kalimantu

Depois de Yogyakarta mudamos de ilha e fomos para Kalimantu, uma ilha Indonésia que se fala muito pouco, mas é uma pérola em bruto.

Está ilha tem 3 países nela: Indonésia, burnei e Malásia, a Indonésia é especialista disto.

É uma ilha que é principalmente conhecida pelo Orangutangos, mas ficava tão caro ir visita-los que tivemos que mudar de planos.

Assim descobri por acaso … muito google mapa um local que se chama Derawan islands .

Nada conhecido, mas pela cor do mar e fotos parecia um paraíso.

Convenceu-me completamente com as descrições de ser o sítio onde mais facilmente se via tartarugas.

Depois foi encontrar um hotel minimamente bom e que tivesse um preço razoável e essa busca acabou no fisheries – um hotel local, com casas em cima da água mas muito simples mas com um aspeto bastante bom.

Claro que todos os paraísos têm um preço e chegar lá é o preço deste.

Fomos d Yogyakarta e são precisos 2 voos ( Yogyakarta – Balikpapan – berau.

Todos os aeroporto muito novos e excelentes de deixar muitos europeus a um canto.

E depois de 2 aviões um transfer de 3 horas, sim 3 horas para fazer 80km, imaginem o estado da estrada.  E depois ainda um speedboat  por 30 minutos.

A chegada não impressiona, quilos de casas no mar, muitos decks.

Chegamos diretamente ao hotel e ninguém fala uma palavra que seja de inglês.

Mostram- nós os quartos que são impressionantes: 2 casas em cima do mar, as últimas, com um mar transparente liga lindo.

Tentamos falar sobre como podíamos fazer mergulho no dia a seguir e claro que era impossível.

Fomos então explorar a ilha e o que se passa no hotel passa- se em toda a ilha, ninguém fala mãos que 2, 3 palavras em inglês.

Tivemos momentos verdadeiramente cómicos a simular barcos por gestos, mergulho, mas olham para nós como aliens .

Muitos risos e nada ao fim de 30 minutos.

Começávamos a pensar que seria impossível alugar um barco.

Finalmente encontramos uma Malaia que trabalhava num centro de mergulho e nós explicou a melhor praia para fazer snorkeling e um diving shop aberto, sim porque todos os outros não tinham ninguém.

Assim fomos para a praia, relaxamos, os miúdos viram a primeira tartaruga a fazer snorkeling e ganhamos forças para uma nova investida.

Depois de muitas tentativas lá conhecemos um Dani que se expressava e lá conseguimos alugar um barco para o dia seguinte e um mergulho para o Tomás no o outro dia.

Tudo se resolve nestes países mesmo quando tudo parece impossível.

Dias organizados agora a desfrutar.

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Indonésia

borobutur temple

Borobudur

O excitamento era total para vir para cá apesar dos ultimos dias terem sido muito duros e de decisões dificeis, no momento quando entrei no avião senti que todo o peso que carregava foNo campo de arroz brincavam com os papagaios que tão típico é por aqui.

A mestria do papagaio é algo único pois quase sem vento conseguem colocar-lho a voar e controlam-no a mais de 40 metros é um espetáculo único.

De volta para casa esbarramos num evento local que até hoje me questiono, no fundo é uma campeonato de pássaros, levado muito a sério, com gaiolas lindas, kits de carregar as gaiolas … e no fundo são muitos homens de barbar rija, agachados a fazer sons de pássaros, com o objetivo de os seus pássaros fazerem algo que não conseguimos entender, pois só ouvíamos mil guinchos e um juri que ia colocando pontos depois do animal fazer algo que gostaria mesmo de perceber.

Claro que tudo estava montado num mega jogo de apostas nos pobres animais.

O mais ridículo é as horas que os donos devem passar a treinar os animais.Borobudur temple

E assim se passou uns belos dias em Borobudur uma cidade simpática no meio na montanha e de uns preços maravilhosos.

i-se nem que seja por 3 semanas.

Pode ser que um dia ainda possa viver aqui seria claramente a minha maior felicidade.

A viagem desta vez foi uma maravilha, conseguimos comprar um voo pela Emirates e claramente compensa e muito apenas 1 escala e 24 horas depois já estamos no Indonésia.

Este ano a nossa porta de entrada foi Java a ilha que tem 141 300 000 a viver e só na cidade de Jakarta vivem 10 milhões o mesmo que em todo o Portugal, claramente falta de pessoas não vamos ter.

Dormimos uma noite em Jakarta mesmo perto do aeroporto isto porque chegamos as 23h e no dia seguinte tínhamos voo às 12h para Yogyakarta,

Dormimos no Zest Hotel um simpático barato  (30€ – 2 pax) e agradável hotel  e com uma bela cama que estava a ansiar.

No dia lá fomos para Yogyakarta e depois para Borobudur para visitar o templo Budista mais antigo e a escolha do hotel foi excelente Wahid Borobudur

A chegada foi intempestiva pois o transfer esqueceu-se de nós no aeroporto, mas estamos na Indonésia e isso nunca é um problema em 5 minutos arranjamos alguém que por 18€ nos levou a Borobudur a 1h30 do aeroporto.

Depois de tudo isto uma piscina fez as nossas maravilhas e uma comida Indonésia que quase me fez chorar de emoção.

O David que achas que isto de demorar 2 dias para finalmente curtir vestiu todo o seu equipamento de mergulhos: barbatanas, fato de mergulho e ztirou-se para a piscina com tudo o que tinha direito.

A proposta era no dia seguinte ir ao templo no sunrise, mas acho que o sunrise está sobrevalorizado claramente, na bela luz do dia vê se também bem. Por isso 8h da manhã já me pareceu uma boa aposta.

O templo budista em terra de muçulmanos é um highligh para os locais e tem muita gente, mas é assim sempre que queremos ver um património da Unesco.

O templo com a forma de uma mandala vista do céu tem nove plataformas sobrepostas, seis quadradas e três circulares, sobre as quais se ergue uma abóboda central. O edifício é decorado com 2 672 painéis e 504 estátuas de Buda .

A estrutura é perfeita apesar de já ter sobrevivido a um terramoto e a um ataque bombista  – claramente um sitio sagrado.

No restante dia dedicamo-nos a ver pequenos templos e a explorar a comida indonésia e descobrimos um café de frente para os arrozais que fez as nossas pupilas gustativas palpitar.

E deliciamo-nos a ver as crianças a lançar papagaios que é o hobbie oficial da Indonésia. A mestria como lançam os papagaios é impressionante., pois conseguem quase sem vento lançar um papagaio e mante-lo a 40 metros a voar . É impressionante.

Já na volta para casa deparamo-nos com um evento que no minimo é algo raro. Um concurso de passaros, onde colocavam as gaiolas no teto e um juri muito atento vai dando pontuação não sei bem porque. E os treinadores dos ditos passaros passam o tempo a fazer sons de forma aos seus passaros terem a melhor pontuação. Claro que tudo isto com base num sistema de apostas como base. Sureal no minimo.

E foi com este fenómeno que vamos para casa ainda a tentar perceber tudo que amanhã às 3 da manhã saimos para Kalimantan.

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