Laos

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Dia 1 – Vientiane – 25 Fevereiro

Finalmente as esperadas ferias chegaram…..O começo não se pode dizer que foi fácil …. 4
Horas ate Frankfurt e depois 10 horas para bangkok e por fim um avião para laos (vientinane) saímos de Lisboa pelas 16 horas de dia 24 de Fevereiro e chegamos a Laos as 10 horas (hora local) menos 7 que em Lisboa.O hotel Beau Rivage Hotel não esta nada mal para um hotel de cidade, com umas fantásticas vistas para o rio Mekong uma cama gigante …. e uma noite de total descanso. Hotel Beau Rivage Hotel –http://www.hbrm.com/Dia 2 – Vientiane – 26 de fevereiro. Acordamos hoje as 6 da manha tomamos um fantástico pequeno almoço junto ao Mekong e começámos a nossa visita pela cidade. Começámos por visitar os Wat e naturalmente como era cedo .. Acabamos a falar com um monge ( a falar como quem diz) pois ele fala a língua dele e nos uma tentativa entre inglês e tentarmos expressar-nos. Estava claramente preocupado com os aviões e fez mil rezas em torno disso ( A Tânia teria adorado a sua preocupação).Claro que estão 35 graus um tempo fantástico e quem quiser ler isto ira ter que ser sem acentos e pontuação porque nem imaginam o teclado. Continuamos pelos templos e pelo famoso Patuxai (o arco do triunfo cá do sitio).Almoçamos junto ao rio e terminamos a tarde como uma lao massage no papaya spa…. como adormeci na massagem.Jantar numa serie de banquinhas junto ao rio que tem como politica ter os animais vivos para escolherem (imaginem .. e quando digo animais digo ras, camarão, peixe .. ) a escolha foi para o restaurante que não tinha nada vivo para mostrar. Comida fantástica uma sopa lao feito por nos .. deliciosa. Dia 3 – Vientiane/Luam Nam Pha – 27 fevereiro

laos Hoje dado o cansaço de ontem alugamos um carro para ver o resto de vietiane (com guia claro), começamos pelo maravilhoso Budha Park com mais de 80 esculturas de budhas, chivas …..
Depois fomos visitar o templo dos guardiões da cidade, o mais mítico de todos, onde podes pedir um desejo levantando o budha 3 vezes ( o budha pesa tanto que tem o levantar tem direito aos desejos logo) se o desejo se realizar deve-se voltar e oferecer ao budha bananas, cocos, e incenso … la teremos que voltar se o meu desejo se realizar.
Depois visitamos o templo que e ícone de Laos e tivemos uma fantástica conversa com um monge que já esta nos templos há 20 anos. Claramente este cheio de vontade de sair para comer umas gajas.
Voltamos para o hotel pois hoje temos voo para luang nam pta ( a terra do trekking).
Chegamos marcamos o trekking para o dia seguinte e ficamos num hotel nada recomendável (luang nam pta guesthouse) onde foi impossível dormir com galos a cantarem deste a 1 da manha (confesso que ate eu tive desejos de canja de galinha). Hotel – Luan Nam Tha guesthouseJantar – no indiano da rua principal (nada de memorável)Dia 4 – Luam Nam Pha – 28 fevereiro

O grande dia do treeking com dormida na aldeia Kamu… A excitação e medo não podia ser maior.
Somos um grupo de 7 pessoas, 2 do canada, 2 americanos e 1 (do mundo, ja viveu em tanto sitio que nem sei onde nasceu).
E la vamos nos para o nosso primeiro dia de 6 horas a caminhar e a subir …… O passeio foi duro, mas muito bonito … fantástico pic nic em folhas de bananeira e a comer com as mãos … a noite promete.
Visitamos 3 aldeias que não podem estar mais num estado selvagem… só falam lao e o seu dialeto, mas a simpatia e total.
Terminamos o trekking nos kamu onde vamos dormir… sitio maravilhoso junto ao rio que eu e o Tomas não podemos não tomar banho depois de 6 horas a caminha ( claro vestidos, porque isto das tribos e decente).
Fizemos uma fantástica fogueira e ai tivemos a conversar ate que nos preparavam o jantar, os restantes 5 tinham todos deixado o trabalho para viajar pelo mundo ( isto tem que ser um sinal) uns deles estão a viaja há já 6 meses. Eu e o tomas estamos roídos de inveja.
Chamam-nos para o jantar que tem uma aspecto fantástico com uma mesa com velinhas e tudo jantamos todos juntos …. os da tribo bebem whisky de como se fosse agua …. não e normal.
Depois vamos dormir que estou exausta.. Porque amanha são mais 5 horas a andar uma delas a subir.

Dia 5 – Luam Nam Pha – 1 Marco

Acordamos cedo e fomos visitar a aldeia perto que esta cheia de animais a solta e crianças maravilhosas….
Ficamos algum tempo com 2 que sobem a árvores como macacos.
Mataram um pato quase a nossa frente … horrivelllll …..la será o almoço o que implica que não comerei.
Tomamos um fantástico pequeno-almoço com os ovos e la vamos nos de volta.
O início e mais de 1 hora a subir (horrível) posso dizer.
Paramos para almoçar junto a um riacho onde nos cozinham o almoço dentro de bamboo.
Continuamos por mais 2 horas e finalmente chegamos. Agora a relaxar com um fantástico watermelon juice.
Esta noite ficamos a dormir no Zuela Guesthouse, muito bom por 7 dólares.
Jantar -Huean Lao – restaurante local – comida muito boa

Dia 6 – Luam Nam Pha/Luang Prabang -2 marco

Infierno… Despues de dos dias de paraiso por la montana y las aldeas de LNT, con el cuerpo dolorido, nos levantamos y nos metemos en el autobus. Quien dijo que los autobuses deberian tener una carga limitada? Quien dijo que el pasillo no puede ser un lugar para llevar bultos como sacos de arroz, cestos llenos de cazuelas y otros no identificables? Quien dijo que una parada para ir al bano no puede ser en una curva en el medio de la nada y a mear en la cuneta (las chicas tenian un caminito que les dejaba alejarse 15 metros)? Quien dijo que los autobuses no pueden entrar en carreteras de tierra? Al entrar se reparten bolsas de plasticos, van a empezar a vomitar tan rapido? No, es la epoca seca, el polvo entra por todos los sitios y es necesario escupir cada 5 minutos, por lo menos asi piensan los lao. Y antes de cada escupitajo, una buena carraspeadita. Una sinfonia digna Mozart. En fin, una experiencia que hasta podia haber sido divertida y muy interesante si no fuese porque tardamos mas de 9 horas en hacer 300km, no conseguimos dormir y al final nos dolia todo, desde las rodillas hasta la gargante de tanto tragar polvo. Ya casi de noche llegamos a Luang Prabang, dejamos las cosas (incluido los 15 kilos de polvo que salen de nuestro cuerpo en una rapida ducha) en el fantasticamente localizado hotel boutique que Carla ha encontrado, y nos vamos a dar un paseo por el mercado nocturno.
Cenamos deliciosamente en un restaurante Lao de la calle principal y a dormir.

Hotel – Ramayana
Restaurante: Tum Tum Bamboo

Dia 7 – Luang Prabang – 3 Marco

Luang Prabang es una pequena ciudad deliciosa. El conjunto formado por los rios Mekong e Nam Kha, una infinidad de templos, mercados de calle, turismo relajado y poco masivo ,un pequeno monte que todo lo domina y desde donde todo se ve (Phu Si) y el ritmo relajado y tranquilo de vida Lao, nos hacen sucumbir absolutamente a su encanto. Despues de desayunar en nuestro hotel (que amanece rodeado por mercados callejeros) nos damos una vuelta para visitar los principales sitios de interes turistico de la ciudad. Todos menos el palacio real que esta cerrado por ser martes. Cual me gusto mas? Wat Xieng Thong, no soy muy original… Por la tarde, alquilamos un barco para que nos lleve Mekong arriba hasta la cuevas de Pak Ou. Las cuevas no me emocionan pero el viaje de 30 km por el rio es fantastico. Aldeas riberianas, ninos jugando y banhandose en el rio que nos gritan Sabbadee, pescadores, huertas, vacas y otros animales, gente tomando su banho diario en el rio, extracciones de arena y piedra del rio, todo se sucede bajo una sensacion de baja tension y relajamiento deliciosa. Solo haciendo este viaje en barco consigo comprender la importancia del rio para esta gente que vive, con aspecto feliz y relajado, de lo que le da el rio y la tierra.
Al volver, y tras pasar por el hotel rapidamente, nos vamos a dar un masaje khmu (una de las minorias del pais, de la misma etnia de la aldea en la que dormimos en LNT). Absolutamente relajados, cenamos en otro de los restaurante de la calle principal. Otra vez deliciosamente aunque mas caro, pagamos 10 euros….
La sensacion de relajacion y disfrute es ya absoluta.
Hotel – Ramayana –http://ramayana-laos.com/lpb/
Restaurante: Tamk Lao Tree Elephante Cafe ( um restaurante que ajuda um orfanato da zona, pelo que todos os gastos no restaurante sao para esse orfanato – http://www.stay-another-day.org/

Dia 8 – Luang Prabang – 4 marco

Hoy el plan es diferente y mete un poco mas de aventura con Tiger Trail.
Pero antes, nos levantamos a las 5:30 de la manhana para ir a observar las procesiones de monjes budistas que reciben comida de la gente que esta en la calle (Tak Bak). En un esfuerzo de evitar cometer el error del turista de comprar comida de los puestos para turistas, pasamos por el mercado y compramos dos kilos de arroz. La intencion el buena pero cuando llegamos reparamos que los locales lo que meten dentro de los cubos de los monjes es arroz…. si, pero ya cocinado y un punhadito pequenho… en fin… Despues entramos en un monasterio donde los monjes estan organizando toda la caridad recibida para poder desayunar y les entregamos nuestos kilos de arroz. Con cara de sorpresa pero con comprension, aceptan nuestra oferta….
Despues de un copioso desayuno en el hotel, nos llevan a un campo de elefantes donde cogemos un barco y visitamos una cascada. Es epoca seca y la cascada casi no tiene agua lo que no mpide un rapido chapuzon. Despues, un paseito de una hora a lomos de una elefante enorme con un guia que pasa de todo y nos coloca a nosotros encima de la cabeza del animal, mientras el va medio dormido en el asiento. Comida y al rio Nan Kha para el kayaking.
La bajada hasta Luang Prabang tarda casi 4 horas. Lo mejor, los rapidos y una vez mas observar de cerca la interaccion entre el hombre y el rio. Lo peor, el viento en contra en algunos remansos que nos obliga a redoblar esfuerzos… Nuestro guia se llama Bonza (o algo asi) y es un tipo discreto pero divertido al que no le importa reconocer que no le gusta este trabajo y que solo lo hace para ganar dinero para el ano proximo en el que entrara en la universidad. Quiere ser profesor, preferiblemente de ingles.
Masajito para relajar nuestros martirizados musculos y subimos al Phu Si para ver la puesta de sol. En la bajada pasamos por un monasterio donde los monjes estan cantando y bebemos un vinito antes de cenar fantasticamente en la calle principal otra vez.

Hotel – Ramayana
Restaurante: Luang Prabang Bakery

Dia 9 – Luang Prabang – Don Daeng – 5 marco

El viaje hasta Pakse en avion corre sin problemas ni atrasos y al llegar nos espera un coche que compartimos con un matrimonio ingles. Vamos a pasar 3 nohes en un hotel precioso en una isla del Mekong en el sur de Laos. Hemos vuelto al mundo de los “ricos” y como el mundo de los ricos siempre tiene que diferenciarse, nuestro ferry hasta la isla es especial: dos canoas unidas por unas tablas… hasta qui normal, no? La diferencia esta siempre en los detalles, y esta vez nos han instalado 4 sillitas para que no nos cansemos en el enorme trayecto de 10 minutos. Al llegar a la playa (si, esta isla del rio tiene playa) un tractor con un remolque nos lleva hasta el hotel. Naturalmente no pueden fallar las sillas… que hace calor y tenemos recorrer 150 metros en el remolque. Con nosotros va un matrimonio, el es un ingles muy ingles que se recusa a quitarse la chaqueta a pesar de los 40 grados, el momento es fantastico en su ridiculez… El hotel es muy bonito y la isla un paraiso de calma. Tiene unos 8 km de largo por 2 de ancho y viven en ella unas mil personas en 8 aldeas repartidas en la periferia mientras el centro son campos de arroz, secos en esta altura del ano. No hay mas hoteles, solo un lodge gestionado por los locales con dos cuartos. Cuando el sol comienza a calentar menos, cogemos dos bicicletas y nos vamos a dar un paseo por la isla. Lo mejor, la gente que nos grita sabbadee, sabbadee cuando nos ve. Es dificil explicar lo agradable que esta gente y la naturalidad con que nos tratan. Solo tengo pena de las dificultades linguisticas. La cena en el hotel es deliciosa, bien aderazada por la primera botella de vino de la Luna de Miel que nos sabe a gloria!!
Hotel – La folie Lodge http://www.lafolie-laos.com/

Dia 10 – Don Daeng – 6 marco
Con el firme proposito de evitar el calor, nos damos un madrugon y a las 7 ya hemos desayunado y estamos camino de Wat Phu Champasak para visitar este templo kmher, que nos deve servir de aperitivo para ese Angkor que ya esta cerca. Llegamos hasta alli en una moto que alquilamos en el pueblo, y nos encontramos con un complejo en tres niveles muy bonito. Las ruinas son menos ruinas de lo que creiamos, y el lugar tiene mistica aunque a partir de las 10 de la manhana el calor empieza a apretar desalmadamente. El museo, que visitamos al final, tiene unas piezas muy bonitas y sobretodo unas explicaciones sobre su simbologia que ayudan mucho, sobretodo en ese laberinto indescifrable de los shivas, Vishnus,… del hinduismo. Nos damos una vueltita en la moto para ver mas ruinas y los alrededores, comemos, y a las 3 de la tarde nos instalamos junto a la piscina para pasar unas horas de relax. Los chapuzones son continuos pues la temperatura es altisima. Por la noche, y tras otra deliciosa cena seguimos el sonido de la musica hasta una fiesta en la aldea. Celebran el dia de la mujer (durante 3 dias de los cuales este es el primero). Tras dar unas vueltas encontramos a un chico que habla un poco de ingles, y que nos ayuda a pedir unas cervezas y nos sienta en una mesa donde tambien estan su hermano y su hermana. Es de aqui pero estudia en Pakse y quiere ser… english teacher. Me parece que va a tener que estudiar mucho. Somos asediados sexualmente de forma salvaje por los locales que se empenhan en querer bailar con nosotros. Para librarnos de una chica, y visto que el hecho de seamos marido y mujer en luna de miel no era suficiente, Carla se inventa que tenemos 3 hijos (2 boys and girl, they are being taken care of by my mother…). Ni con esas. No hemos llevado mas dinero asi que decidimos volver tranquilamente para el hotel.
Hotel – La folie Lodge http://www.lafolie-laos.com/

Dia 11 – Don Daeng – 7 marco
Hoje o nosso objectivo e relaxar … não que estivéssemos muito stressados, mas era precisamos de relaxar.

Assim o objectivo era acordar naturalmente e o mais tarde possível …. claro que com os madrugadores que estamos acordamos as 7 da manha.

Tomamos um fantástico pequeno-almoço e fomos dar um passeio de bicicleta pelas vilas da ilha.
1 hora depois voltamos e dedicamo-nos a fantástica piscina a ler e a dooooorrrrmiiirrr.

Pouco há mais a dizer deste dia excepto que é o nosso ultimo em Laos … adoramos este pais … sem turista, sem stress, completamente virgem…. vamos ter saudades deste fantástico pais … que não sabe sequer o que e um dólar.