Depois de Yogyakarta mudamos de ilha e fomos para Kalimantu, uma ilha Indonésia que se fala muito pouco, mas é uma pérola em bruto.
Está ilha tem 3 países nela: Indonésia, burnei e Malásia, a Indonésia é especialista disto.
É uma ilha que é principalmente conhecida pelo Orangutangos, mas ficava tão caro ir visita-los que tivemos que mudar de planos.
Assim descobri por acaso … muito google mapa um local que se chama Derawan islands .
Nada conhecido, mas pela cor do mar e fotos parecia um paraíso.
Convenceu-me completamente com as descrições de ser o sítio onde mais facilmente se via tartarugas.
Depois foi encontrar um hotel minimamente bom e que tivesse um preço razoável e essa busca acabou no fisheries – um hotel local, com casas em cima da água mas muito simples mas com um aspeto bastante bom.

Claro que todos os paraísos têm um preço e chegar lá é o preço deste.
Fomos d Yogyakarta e são precisos 2 voos ( Yogyakarta – Balikpapan – berau.
Todos os aeroporto muito novos e excelentes de deixar muitos europeus a um canto.
E depois de 2 aviões um transfer de 3 horas, sim 3 horas para fazer 80km, imaginem o estado da estrada. E depois ainda um speedboat por 30 minutos.
A chegada não impressiona, quilos de casas no mar, muitos decks.
Chegamos diretamente ao hotel e ninguém fala uma palavra que seja de inglês.
Mostram- nós os quartos que são impressionantes: 2 casas em cima do mar, as últimas, com um mar transparente liga lindo.
Tentamos falar sobre como podíamos fazer mergulho no dia a seguir e claro que era impossível.
Fomos então explorar a ilha e o que se passa no hotel passa- se em toda a ilha, ninguém fala mãos que 2, 3 palavras em inglês.
Tivemos momentos verdadeiramente cómicos a simular barcos por gestos, mergulho, mas olham para nós como aliens .
Muitos risos e nada ao fim de 30 minutos.
Começávamos a pensar que seria impossível alugar um barco.
Finalmente encontramos uma Malaia que trabalhava num centro de mergulho e nós explicou a melhor praia para fazer snorkeling e um diving shop aberto, sim porque todos os outros não tinham ninguém.
Assim fomos para a praia, relaxamos, os miúdos viram a primeira tartaruga a fazer snorkeling e ganhamos forças para uma nova investida.
Depois de muitas tentativas lá conhecemos um Dani que se expressava e lá conseguimos alugar um barco para o dia seguinte e um mergulho para o Tomás no o outro dia.
Tudo se resolve nestes países mesmo quando tudo parece impossível.
Dias organizados agora a desfrutar.