Hogar de ninas madre Albertina

 Hogar de ninas Madre Albertina
Hogar de ninas Madre Albertina

Quase no final da nossa visita à Nicarágua

Acreditamos que sempre que viajos devemos dedicar um pouco de dinheiro e tempo para ajudar uma instituição do país que estamos a viajar.

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Hogar de ninas Madre Albertina

Isso permite-nos conhecer melhor o pais e fazer algo melhor.
Desta vez o tempo não foi muito, mas fizemos questão de passar o nosso último dia no Hogar de ninas Madre Albertina, podem ver tudo sobre esta instituição aqui Website ou Website.
É uma organização religiosa e que recebe meninas em risco, sendo que as problemáticas são as mesmas em todo o mundo: violência doméstica, abusos.
A recepção foi optima e fizeram uma visita por toda a instituição que está muito bem pensada e com uma elevada tentativa de criar um ambiente de lar em cada local dando espaços próprios com base na idade de forma a mais fácilmente se integrarem e se sentirem crianças, adoclescentes …

O quarto das pequenas cheia de rosa e princesas e os das adolescentes cheio de poster de bandas
Depois da visita ficamos a ajudar as meninas a estudar para um teste que tinham à tarde – Moral, lá tive que recorrer ao Google e aos elevados conhecimentos do meu marido.
Todas as crianças são magnificas e mesmo a menina que tinha entrado na véspera estava já hiper integrada.
Brincamos, revemos a matéria e infelizmente tivemos que vir embora;com o coração mais uma vez pequenino e cheio de vontade de ajudar mais e conseguir fazer mais .

Quem queira fazer voluntariado é uma excelente instituição para o fazer, pois está no centro de Granada e tem poucas ajudas não se pode ficar na instiuição, mas há muitas opções à volta.

Mais o voo de volta esperava por nós e lá fizemos mais uma viagem a sonhar com o dia que voltavamos e ficariamos mais tempo.

San juan del sur

Canopy

Os dias em San Juan del Sur

 

Os meus dias em San Juan del Sur foi fe relax e zero stress.

Visitamos uma praia nova todos os dias em que o meu destaque vai para a Playa Maderas e a playa hermosa ambas lindas e com pouquissimas pessoas.

Fomos ao Yoga todos os dias Zen Yoga logo de manhã de forma a começar o dia ainda mais relaxados e confesso que isso faz a diferença.

E claro aproveitamos a nossa casa e exploramos o centro de San juan del sur em que confesso que não houve nenhum sitio que tivesse jantado que possa dizer que foi hilariante de bom, estão mais ao nivel do razoável.

playa maderasFomos também fazer Canopy no “the flying Frog” Flying Frog  são 16 plataformas e 1 hora e meia a voar por entre as àrvores uma experiência magnifica, puxando a magnifica adrenalina a cada minuto

Podem ver aqui o video – Canopy

Lago Ometepe

 

Um dos dias fomos também explorar o Lago Ometepe apanhamos finalmente o ferry e passamos um dia nesta magnifica ilha em que temos sempre 2 vulcões à nossa volta para embelezar as fotos.

Acabamos o dia no Charco verde uma piscina natural de àgua doce fantástica.

E assim as nossas férias estão a chegar ao fim, depois de ter viajado 3 meses, 2 semanas parecem que não são nada, mas infelizmente não me posso dar ao luxo de viajar 3 meses todos os anos. Talvez no futuro.Lago Ometepe

Mas na volta ainda vamos parar num orfanato por para mim não há viagem sem ajudar o país para o qual viajamos.

San Juan del sur

Viajar é ser flexivel À Mudança

Começamos a organizar o next step e decidimos que a seguir iriamos para a Isla Ometepe que está dentro do Lago Cocibolca, uma ilha vulcanica com 2 vulcões e em teoria um pequeno paraíso já quase a chegar ao nosso último destino – San Juan del Sur.

Assim lá fomos nós a caminho do porto com esperança de conseguir vaga no barco das 14h30 depois de fazermos uma massagem e uma aula de Yoga maravilhosa na Pure –  Pure

Rosita - san juan del sur
Rosita – san juan del sur

Claro que as viagens são mesmo assim e sendo sábado de Páscoa quando chegamos ao porto era o caos total, mil carros, quilos de pessoas e claro havia espaço para nós e para o carro para irmos, mas voltar só na 4ª feira. O que nos fez encostar a uma berma e reorganizar o plano.

A solução era ir primeiro para San juan e visitar o lago de lá que é muito perto, mas para isso teriamos que converncer a casa a receber-nos um dia mais cedo ou irmos para o hotel.

O meu marido com a sua fantástica cara de pau pegou no telefone e convenceu-o em menos de 1 minuto.

E assim lá fomos nós a caminho de San juan

San juan del sur - Homexchange
San juan del sur – Homexchange

A chegada às casas da Homeexchange é sempre um deslumbro e novamente aconteceu. A casa é linda e o Luis o “cuidador” hiper simpático. Fomos também recebidos pela Rosita um papagaio que fala que não para.

Essa noite nem pensamos em sair da casa compramos uma carne de qualidade, vários vinhos e deliciamo-nos a dar mergulhos na piscina e a aproveitar esta magnifica casa com umas vistas lindas da Costa Rica.

A Indie uma cadela muito simpática foi-nos fazendo companhia pela entrada da noite com o meu calorzinho de 30 graus pela noite dentro que eu adoro.

Que prazer é viajar!!!

A caminho de Granada

Depois de deixaram o paraíso de Little Corn Island dirigimo-nos para Granada, sim também existe uma na Nicarágua.

Conta a história que quem descobriu esta cidade foi descoberta pelo Espanhol Francisco Hernandez de Córboda e que ele chamou à cidade Granada ( devia de ser a cidade favorita dele). Esta cidade é a cidade mais antíga da América sendo assim uma bonita cidade colonial que merece uma visita.

Para chegarmos a Granada alugamos um carro, a uma pessoa que vive na Nicarágua e que nos consegui um preço magnifico por uma pick up espectacular (magnifico contacto do nosso homeexchanger).

IMG_8796 (640x427)Rápidos procedimentos de entrega do carro e lá vamos nós a caminho de Granada.

O caminho é muito fácil e 1 hora da capital. Por mais curioso que seja há poucos carros e a carroça e o cavalo ainda é um transporte muito utilizado neste país.

Além disso os autocarros entre as cidade povoam a maioria dos carros que nos cruzamos na estrada e os carros estão longe de respeitarem as lotações, as pick ups são os carros oficiais e sempre utilizando o espaço de carga para levar pessoas. IMG_8807 (427x640)

Nicarágua está a sofrer uma seca visivel nesta viagem, parece que praticamente não chove há 3 anos e toda a paisagem está seca.

Chegamos a Granada e a nossa escolha de hótei foi um fantástico hotel colonial numéro 1 nas guest houses em Granada e mal chegamos ao hotel percebemos porquê.

O hotel é simplesmete lindo – Miss Margrits

Acomodamo-nos damos um belo mergulho na piscina que bem precisavamos depois desta longa viagem e preparamo-nos para ir jantar nos mil restaurantes que há pela cidade.

 

Little Corn Island o final

Little corn island o final

Como em todas as ilhas o vento começou e no 2º dia não houve Panga e não se sabia quando havia. Talvez quinta quando vocês regressarem já esteja melhor de vento e exista Panga. Claro que certezas aqui nunca há.

E lá vivemos os restos dos nossos dias aqui a olhar para o vento e a rezar que melhore,  a vida de ilha é mesmo assim.

O resto dos dias passamos a passear pela praia, Yoga, mergulho, snorkelling e comer.IMG_8721 (640x427)

Há restaurantes maravilhoso mas a Lagosta do La Habana Libre é algo de comer e chorar por mais, o serviço péssimo, mas a comida uhmm  ainda tentamos lá ir uma 2º vez, mas às 20 horas já tinham fechado a cozinha Caribaño style,

Duvido que se consiga estar mais relaxada que aqui, acho que nem com a maior dose de morfina isso iria acontecer, assim entre copos, praia e festas de praia aqui acabamos os nossos dias em Little Corn Island e que como tudo o que é bom chega ao fim.

Lá apostamos na ultima Panga para voltar, já que vamos viver no risco que seja até ao final e começa a chegar pessoas, atrás de pessoas, quando fomos comprar o bilhete já havia 33 inscritos, impossivel colcoar mais pessoas no barco, mas claro eles continuam a vender bilhetes.

Era 1h30 (hora do barco) e a venda de bilhetes continuava tranquilamente, 13h40 há um grito PANGA e começa tudo a correr com as mochilas e a atirar-se para o barco.IMG_8755 (640x427)

Eu e o meu marido já temos isto estudado ele toma conta das malas e eu atiro-me para os lugares… e lá conseguimos 2 lugares bem apertadinhos na Panga enquanto continuava gente a saltar, alguns quase a cair para o mar.

No final acabaram por fazer 2 barcos e lá viemos nós num mar bem melhor que a ida.

Realmente o stress não serve para nada.

Dirigimos para o aeroporto pois o tempo para o voo já não é muito, check in : ai e tal têm peso a mais, como peso a mais viemos para cá e ainda tinhamos mais peso agora temos menos, ah pronto então está bem … e dizem entrem e bilhete? não é preciso.

Entramos numa sala de 20 m2 com 60 pessoas e um calor dos diabos, chamam para o avião, pessoas que não têm bilhete vão neste voo, os que têm esperam e lá vamos nós nem sabemos bem se para Managua ou não. Pelo meno o veio vai para Bluefields e só depois Managua, mas acaba por chegar quase 1 hora antes e sair 45 minutos antes.

É tudo uma aventura nestes transportes.

Chegamos ao aerporto uma hora antes e claro que o nosso carro ainda não tinha chegado. à  hora lá chega a nossa fantástica Pick up que alugamos a uma amiga da pessoa que nos vai emprestar carro em San  juan del sur e dirigimo-nos para a cidade colonial de Granada que fica a menos de 1 hora de Managua.

 

Little Corn Island

A chegada a Little Corn Island

 

Depois de um dia a viajar de uma forma muito tranquila porque eu como estava exausta dormi nos 3 aviões como se não houvesse amanhã.

Chegamos a Manágua a capital da Nicaragua, no aeroporto foi das saídas mais rapidas e com menos burocracias: quase sem filas, imigração agradável.

A chegada a estes países é sempre maravilhosa, aquela sensação de calor magnifico que tanto sinto falta.

Como só vamos ficar umas horas em Manágua optamos por ficar ao pé do aeroporto num hotel barato.

E aqui o serviço também foi excelente, lá estavam à nossa espera quando chegamos, levaram-nos ao hotel e combinamos a saida para as 5 da manhã.

Hotel Monti cristi – excelente opção para quem não passa muito tempo em Managua ( objectivamente ninguém o deveria fazer), de manhã ainda nos dão algo para comer para não irmos com o estomago vazio, magnifico por 35 dolares.

La Costeña
La Costeña

Caimos na cama e dormimos que nem uns bébes depois de um banho que soube maravilhosamente apesar de ser de àgua fria.

Lá fomos fazer o nosso check in em La Costeña e esperar na sala de espera; o bilhete é gigante, mas claramente uma excelente ideia para se poupar papel.

Boarding pass little corn island
Boarding pass little corn island

Voo de uma hora para Corn Island, a seguir negociar táxi e ir para o porto apanhar a Panga para Little Corn Island, que segundo se diz é uma viagem horrivel e muito molhada; felizmente apostei numa excelente mochila impermeàvel para não haver desgraças.

A Panga no fundo é um barco minimo com um motor gigante e onde enfiam pessoas atrás de pessoas até não te mexeres mais e depois enviam as malas todas num buraco e acrescentam mil caixas de bebidas e cervejas e assim vamos todos bem juntinhos.

Confirma-se a viagem é dos infernos a uma velocidade gigante e a bater o barco de uma forma horrivel, 25 minutos depois e não tão molhados como esperava e lá temos o nosso amigo à nossa espera para o hotel sunshine

Chegamos quarto bom e trocamos logo para ir dar um mergulho à praia, e que praia linda nos espera.

Valeu a viagem de loucos.

Little Cork island é aquela ilha que poucos conhecem que a maioria precisa de ir procurar ao google maps para saber onde ela está e são estas ilhas que me enchem de prazer.

Claro que a internet é horrivell e leva-nos ao desespero até quando queremos abrir um mail, não há luz electrica só gerador que está ligado das 13h as 6 da manhã por isso tudo o que funciona a electricidade está á volta dessa hora.

Mas o ambiente que se vive nesta ilha de 2 km é para mim o paraíso.

 

 

 

Nicaragua que ida dificil

Há algum tempo que já não viajamos sozinhos e por impulso lá resolvemos marcar uma viagem em que desta vez a escolha não foi fácil como normalmente o é.

O meu marido não queria países muçulmanos (dados os últimos acontecimentos) e nos meus tops a ir são todos países muçulmanos.

Depois pensei na Argentina e finalmente ceder a este pais, mas desta vez o meu marido opôs-se coisa que nunca faz.

Estávamos numa encruzilhada quando o Tomas disse e então Nicarágua, porque não ?

tanto???
o pequeno kit de medicamentos que tive que dar numa semana

Quando estive na Costa Rica em 2004 já a Nicarágua me tinha deixado água na boca.

É assim já no caos do trabalho e afogados de falta de tempo lá escolhemos o destino.

E claro compramos os bilhetes e garantimos que a santa da minha mãe ficaria com os 3 miúdos numas férias no Alentejo.

Desde o dia que compramos os bilhetes até ao dia que embarcamos pouco pensamos no destino ou nas férias.

Os primeiros meses do ano têm sido caóticos de trabalho e só nos sobra um tempinho para estar com os miúdos e pouco mais.

Mas finalmente chega a ultima semana e o gostinho de férias começa a estar no ar… No entanto na segunda ligam-me da escola da minha filha está com febre. Ups Saio a correr do trabalho vou para casa com ela e começo a tentar antecipar o que vem aí … A febre sobe muito, mas não tem mais nada . Chamo a médica que comprova que além da febre não tem mais nada. Viral vai passar . Durante o dia sobe -lhe muito a febre, mas no dia seguinte já acorda sem febre ufa .

Continua a semana a tentar resolver todos os assunto deixar tudo preparado para os miúdos, deixar o trabalho todo feito, não deixar logísticas escolares penduradas ….

Na sexta feira já nas portas das ferias o meu filho acorda  com dores de garganta, lá vem uma amigdalite que a ele ataca sempre forte.

Mesmo procedimento, médico, medicamentos ….

Parece que tudo acontece para não irmos.

Começamos a medico-lo e resolvemos sexta ficar cá ainda é só no sábado ir para o Alentejo.

Pegamos na família toda, levamos todos ao Alentejo e as coisas parecem estar a compor-se no sábado.

O David começa a doer -lhe menos a garganta, ela está perfeita e a adolescente apesar de mil problemas que nos traz para cima da mesa mesmo quando estamos a sair não há nada que uma conversa as 11 da noite não resolva ou melhor atenue.

Entramos no carro a caminho de Lisboa e o Tomas diz-me vais fazendo o check in ?

Assim o faço e o meu coração começa a bater forte … Resposta do site … Reserva cancelada …. Aumentam as pulsações cardíacas … Volto a tentar … Mesma resposta.

Depois de mais 20 tentativas a resposta continua igual.

Ligamos para a Iberia, meia hora à espera para descobrir que  a nossa reserva foi cancelada, tinham que a confirmar e não o fizeram . Desde quando se confirma viagens depois de colocar dados de cartão de crédito ?

Mil discussões é claro vazio legal do outro lado.

Verdade absoluta às 24 horas antes de irmos  não temos voo para o dia a seguir as 7 da manhã.

Partimos para os motores de busca à procura de soluções, a viagem está cara no dia que voltamos nem há já vaga.

Pânico cresce começamos a procurar alternativas, mas a verdade é que na Nicarágua já temos casa e mais um voo pago .

Desespero não me consigo imaginar a não ir de férias depois deste esforço todo.

Vamos pagar o valor é esquecer … E voltamos mais cedo.

Que dor no coração pelo valor que pagamos. Vai ter que ser low cost total o resto das férias.

Nem dormi com todo este stress é as 5 da amanhã lá nós pusemos a caminho do aeroporto.

Quando vi os boarding passes bem queria acreditar que iria mesmo.

A que custo, mas podemos dizer Nicarágua aí vamos nós.